Miguel Nicolelis é neurocientista pioneiro em interface cérebro-máquina e um dos cientistas mais influentes do mundo.
Miguel Nicolelis é um dos maiores nomes da neurociência global, sendo pioneiro no desenvolvimento da interface cérebro-máquina (ICM), tecnologia que permite a comunicação direta entre o cérebro e dispositivos eletrônicos. Médico e pesquisador, ele foi professor titular da Duke University, onde fundou e dirigiu o Centro de Neuroengenharia por 20 anos. No Brasil, é fundador da Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa e do Instituto Santos Dumont, referências em neuroengenharia e inovação científica.
Reconhecido internacionalmente, Nicolelis foi eleito pela revista Scientific American como um dos 20 maiores cientistas da atualidade e pela Foreign Policy como um dos 100 pensadores mais influentes do mundo. Ele liderou o Projeto Andar de Novo, responsável pelo desenvolvimento do primeiro exoesqueleto controlado pelo cérebro, permitindo que pacientes paraplégicos voltassem a caminhar. Além disso, atua na disseminação do conhecimento científico e no debate sobre o impacto da tecnologia na humanidade.
Por que contratar Miguel Nicolelis? Nicolelis é referência mundial em neurociência, inovação e tecnologia. Suas palestras exploram temas de ponta como inteligência artificial, interfaces cérebro-máquina e os avanços da ciência no futuro da humanidade. Com uma abordagem acessível e provocativa, ele traduz conceitos complexos em reflexões que inspiram líderes, pesquisadores e empresas a compreenderem como a ciência e a tecnologia podem moldar a sociedade e transformar vidas.
Atuou como executivo de empresas dos ramos de serviço, varejo e esporte. Foi Diretor Administrativo e Financeiro da SEMAS e da Procuradoria-Geral da PMF, atuou como Presidente de Entidades sem fins Lucrativos por 6 anos, Presidente de Órgão Deliberativo de Entidade Esportiva por 4 anos, Membro de Conselho Fiscal de Entidade Esportiva, Associativa e Social por 6 anos.
Não são ensinados apenas conceitos extraídos dos livros e artigos especializados, mas soluções desenvolvidas através de sua formação em Administração de Empresas e MBA em Gestão Empresarial, e ainda suas experiências vivenciadas através de sua atuação como empresário no mercado de serviço e varejo. Outro referencial de destaque utilizado pelo Prof. Alexandre é sua paixão pelo modelo de sucesso da Walt Disney Company, além de um grande estudioso desse tema, é um visitante assíduo aos Parques e Resorts da Disney em Orlando na Flórida, também com visitas à Disneyland em Anaheim na Califórnia, Disneyland em Paris, Marceline, MO-EUA (Cidade onde viveu Walt Disney quando criança) e Disney Cruise Line, pois entende ser uma fonte mágica de excepcionais experiências de encantamento do cliente.
Como você vai alcançar seus objetivos sem perdas pelo caminho?
Depois de viver um apagão ao vivo na TV Globo, a jornalista recebeu o diagnóstico da síndrome de burnout. Imediatamente se tornou referência para a prevenção do fenômeno ocupacional e criou o movimento Produtividade Sustentável para o equilíbrio dinâmico entre o que o trabalho exige e o corpo precisa!
A partir de palestras, consultoria, curso, artigos e conteúdos em redes sociais, Izabella Camargo provoca reflexões e ações para que cada um
desenvolva seus próprios recursos para alcançar o equilíbrio dinâmico e assim viver com saúde e sem problemas nos relacionamentos.
Mais de 150 mil pessoas já participaram das palestras da jornalista, que oferece vários conteúdos adquiridos durante muitos anos de pesquisa sobre gestão do tempo, saúde mental e evoluções tecnológicas.
Os computadores digitais podem simular as funções mais elaboradas do cérebro humano? A inteligência artificial é mesmo inteligente? O que pode estar por trás dos algoritmos que comandam a inteligência artificial? Quais as consequências do uso excessivo e indiscriminado da IA? Nesta palestra, o Dr. Miguel Nicolelis expõe de forma simples o conceito de cérebro relativístico e explica por que um computador digital nunca será capaz de substituir o cérebro humano. Em um diálogo que aborda as grandes descobertas científicas em neurofisiologia, computação e filosofia, além do conhecimento adquirido em seus quase 40 anos dedicados à neurociência, o Dr. Nicolelis nos convida a refletir sobre a singularidade da natureza humana e sobre nossa responsabilidade – como sociedade – em debater sobre as consequências do uso da IA. O que está em jogo, segundo o Dr. Nicolelis, não é a competição com as máquinas, mas a manutenção da nossa condição humana.
Como seria um mundo em que pessoas conduzissem aparelhos eletrônicos por meio do pensamento? Onde pessoas com quadriplegia pudessem andar e os sintomas motores da doença de Parkinson pudessem ser controlados? Onde pessoas pudessem realizar tarefas colaborativas através da sincronização de seus cérebros? Em suas pesquisas, Miguel Nicolelis mostra que o que parecia ficção científica até recentemente está prestes a se tornar realidade. Ele fala de um cérebro que não é passivo decodificador de informações, mas sim um escultor da realidade e da sensação de sermos nós mesmos. Como o cérebro cria a noção que cada um tem de si próprio? Como a sincronização de cérebros ajuda na conexão de equipes na busca por objetivos em comum? Em uma sociedade competitiva e individualista, como a tecnologia pode nos lembrar de que evoluímos para sermos seres colaborativos? Qual o papel da máquina nesse novo cenário? O que é interface cérebro-máquina? Quais os possíveis impactos dessa nova realidade sobre a humanidade? Nesta conversa, o neurocientista abordará essas questões, além de falar sobre suas descobertas e de sua equipe, das fascinantes perspectivas para pessoas com distúrbios neurológicos e de um futuro tecnológico em que as visões catastrofistas dão lugar ao otimismo e à esperança.
O neurocientista Miguel Nicolelis tem dedicado sua carreira para investigar como os cérebros de animais em comportamento livre codificam informações sensorial e motora. Como resultado destes estudos, ele foi o pioneiro a propor e demonstrar que animais e humanos podem utilizar as atividades elétricas de seus cérebros para controlar aparatos neuroprostéticos através do uso de interfaces cérebro-máquina (ICMs), termo cunhado por ele e seu orientador John Chapin no final dos anos 90. Ao longo de mais de 25 anos, o Dr. Nicolelis criou e aperfeiçoou um novo método neurofisiológico, conhecido como registro crônico de múltiplas áreas e de multieletrodos. Utilizando esta abordagem em uma variedade de espécies animais, e também em procedimentos intraoperatórios em pacientes humanos, criou um novo campo de investigação, que tem como objetivo mensurar a atividade simultânea e as interações de grandes populações de neurônios em todo o cérebro. Durante sua trajetória, o Dr. Nicolelis descobriu vários princípios fisiológicos que governam o funcionamento dos circuitos cerebrais de mamíferos. Seus estudos pioneiros são amplamente reconhecidos por oferecerem potenciais novas terapias a pacientes acometidos por doenças neurológicas como paralisias severas, doença de Parkinson e epilepsia.
